PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Museu Virtual da Lusofonia

 

"O Museu Virtual da Lusofonia é uma plataforma de cooperação acadêmica em ciência, ensino e artes, no espaço dos países de língua portuguesa e das suas diásporas, e se estende também à Galiza e à Região Autónoma de Macau, reunindo num esforço comum Universidades, com projetos de investigação e de ensino pós-graduado na área das Ciências da Comunicação e dos Estudos Culturais, assim como associações culturais e artísticas, todos interessados na construção e no aprofundamento do sentido de uma comunidade lusófona.

Sendo uma plataforma virtual, o Museu Virtual da Lusofonia tem também a pretensão de ser um mecanismo que convide à participação ativa dos cidadãos, na disponibilização de registros, no comentário às ‘obras’ preservadas no museu, na (re)construção de uma memória coletiva."

Saiba mais sobre o projeto e visite o museu em http://www.museuvirtualdalusofonia.com/

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Professores da Faculdade de Medicina da UFMG orientam sobre medidas de prevenção no atual momento da pandemia

Já se passaram mais de cinco meses de quarentena e, agora, as fases de flexibilização estão avançando cada vez mais em diversas cidades. Mas, a abertura do comércio, volta do trabalho presencial e até o funcionamento de bares ou outras opções de lazer não significam que a pandemia passou. O novo coronavírus ainda mata cerca de mil pessoas por dia só no Brasil, marcando família e amigos das mais de 120.000 vidas interrompidas até o momento.

Dirceu Greco, professor do Departamento de Clínica Médica e Emérito da UFMG, ressalta que a pandemia tem escancarado as disparidades presentes na população e, pensando nas centenas de milhares de mortes, bem como nas famílias com integrantes que não podem deixar de sair de casa, a questão é como mitigar o risco de contágio e disseminação do coronavírus.

Outro ponto importante para manter a precaução quanto a possíveis exposições ao novo coronavírus, segundo o professor, é que quanto mais tempo evolui a pandemia, mais qualificados os profissionais de saúde ficam para atender quem precisa dos cuidados mais intensivos. E a mortalidade tende a diminuir. “Até o momento não há um medicamento que tenha se mostrado eficaz em estudos clínicos controlados para tratar a infecção pelo Sars-cov-2, a não ser dois usados já para a fase grave da doença (dexametasona e redemsivir). Assim, é mais uma razão para evitar exposição ao risco de infecção neste momento. Isso pode ser modificado quando houver acesso a tratamento farmacológico eficaz ou a vacina que se mostrar capaz de prevenir a infecção”, explica Dirceu Greco.

No endereço a seguir, você acessa alguns esclarecimentos de quatro especialistas da Faculdade sobre o uso da máscara, os cuidados pessoais ao sair e retornar para casa, com as compras e encomendas, em relação às crianças, a segurança trazida pelos testes, ao nível de exposição com a abertura do comércio e o papel de cada um no combate à pandemia: https://www.medicina.ufmg.br/cuidado-com-a-flexibilizacao-especialistas-orientam-sobre-as-medidas-de-prevencao/

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Bombardeio a Hiroshima completa hoje 75 anos

Em 06/08/1945, há 75 anos, aconteceu o primeiro ataque nuclear da história. A bomba "Little Boy" matou quase 140 mil pessoas na cidade portuária de Hiroshima. Muitas vítimas morreram no ato e várias em consequência dos ferimentos ou da radiação durante as semanas e meses seguintes. Três dias depois, as forças militares dos Estados Unidos lançaram outra bomba atômica em Nagasaki, um ataque que provocou 74 mil mortes.


Relembramos aqui o poema "Rosa de Hiroshima", de Vinicius de Moraes


Pensem nas crianças
Mudas, Telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas, inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas, Alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh! Não se esqueçam
Da rosa, da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor, sem perfume
Sem rosa, sem nada




quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Língua Portuguesa para o Mundo do Trabalho


Com o objetivo de apresentar noções de Língua Portuguesa, com foco na comunicação escrita e/ou digital, a fim de proporcionar habilidades linguísticas de produção e de compreensão de textos profissionais, o IUFMG (Idiomas para fins acadêmicos) promove curso online de 24/08 a 28/10. O curso está aberto para a comunidade externa e trará, entre outros assuntos, comunicação profissional; o texto impresso e digital; prática e análise de diferentes tipos e gêneros textuais; e aspectos linguísticos aplicados ao texto ao texto profissional.

Mais informações em http://www.letras.ufmg.br/iufmg/

terça-feira, 21 de julho de 2020

A seu modo, Clarice agiu

Clarice Lispector, voluntária durante a 2ª Guerra Mundial: "Senti a beleza profunda da luta"


Clarice Lispector é uma das mais celebradas escritoras brasileiras. Mas poucos sabem que ela foi voluntária durante a Segunda Guerra Mundial, quando cuidou e escreveu cartas para os feridos de guerra aliados na Itália.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Clarice Lispector acompanhou o marido, o diplomata Maury Gurgel Valente, para assumir seu novo posto em Nápoles, no sul da Itália, onde lutavam os pracinhas da FEB e os pilotos de caça da Aeronáutica.

Entre 1944 e 1945, a escritora Clarice Lispector foi voluntária no hospital que recebia os feridos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar de manter a distância de assuntos políticos, "a seu modo, Clarice agiu".

Leia em https://br.sputniknews.com/75-victory/2020070715802311-clarice-lispector-voluntaria-durante-2-guerra-mundial-senti-a-beleza-profunda-da-luta/

Eneida, precursora na luta pelos direitos das mulheres no Brasil

 
 
No artigo "Os caminhos de Eneida – Precursora na luta pelos direitos das mulheres no Brasil", Raul Milliet Filho traz um pouco mais da história da militante, artista, jornalista, escritora e carnavalesca.

“Quem seria aquela mulher de fala dura e enérgica?” – indagou Graciliano Ramos aos amigos e companheiros de prisão nos períodos mais duros do “Estado Novo”. “[…] quem seria a criatura feminina de pulmões tão rijos e garganta macha […] Foi Valdemar Bessa quem me satisfez a curiosidade: a mulher de voz forte era Eneida. E apertava-se uma dúzia delas na sala 4. Olga Prestes, Nise da Silveira, Elisa Berger, Cármem Ghioldi, Maria Werneck, Rosa Meireles, outras”.