PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

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domingo, 15 de dezembro de 2013

Professores de escolas públicas recebem prêmios por propostas pedagógicas


Professores da rede pública de todo o país estiveram em Brasília, nesta quinta-feira, 12, para participar da sétima edição do Prêmio Professores do Brasil. Foram mais de 3 mil projetos inscritos, e 40 docentes receberam premiações pelas melhores experiências pedagógicas, em duas categorias com oito subcategorias. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, acompanhou a cerimônia, junto com o secretário de educação básica do MEC, Romeu Caputo.

Mercadante parabenizou os premiados e agradeceu a todos os professores brasileiros pela dedicação em sala de aula. “O professor é o mediador do conhecimento e nas escolas os alunos aprendem a voar. O espaço da sala de aula pode ser um espaço de criatividade”, pontuou. “Os professores brasileiros são construtores de sonhos. É muito importante mostrar esses exemplos, para que eles continuem fazendo esse trabalho tão decisivo, que é formar as crianças e jovens”, completou.

O concurso consiste na seleção e premiação das melhores experiências pedagógicas desenvolvidas ou em desenvolvimento por professores das escolas públicas, em todas as etapas da educação básica e que, comprovadamente, tenham sido ou estejam sendo exitosas no enfrentamento de situações-problema. Os autores das experiências selecionadas pela Comissão Julgadora Nacional receberam a importância de R$ 6 mil, além de troféus e certificados. Este ano, a organização do evento ainda premiou um professor em cada uma das oito subcategorias com um prêmio extra de R$ 5 mil.

O prêmio Professores do Brasil é organizado em duas categorias. A primeira, Temas Livres, premiou cinco professores em cada uma das subcategorias, sendo um por região geográfica do país. Abrange as subcategorias: educação infantil; séries ou anos iniciais do ensino fundamental; séries ou anos finais do ensino fundamental; ensino médio. A segunda categoria, Temas Específicos, abrange as subcategorias: educação integral e integrada; ciências para os anos iniciais; alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental; e educação digital articulada ao desenvolvimento do currículo.

Fonte: MEC
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Livro mostra atuação de editoras de livros contra a ditadura



No último dia 10 de dezembro, a Editora Publisher Brasil lançou “Livros contra ditadura: Editoras de oposição no Brasil, 1974 – 1984”, do historiador Flamarion Maués. O livro apresenta um quadro geral do surgimento e da atuação das editoras de oposição no Brasil nesse período, analisando o papel político e cultural que tiveram. 

Em entrevista a Revista Fórum, o autor relata que a obra procura "entender melhor qual é esse papel. Como as editoras, principalmente no período de abertura política, entre meados dos anos 1970 até meados dos anos 1980, tiveram essa atuação na oposição à ditadura".
 

De acordo com Flamarion Maués, "a partir de 1976 começam a aparecer vários livros com caráter de oposição, que denunciam as arbitrariedades, a precariedade, a política econômica, enfim, o regime. Esses livros vão aparecendo nesse período e, em geral, conseguem obter uma circulação razoável". 
                                                                             
                                                                                                             Fonte: Portal Vermelho
                                                                                                   Confira a entrevista com o autor

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Faculdade de Letras da UFMG abre inscrições para o Curso de Especialização em Língua Portuguesa – Ensino de Leitura e Produção de Textos



O Curso de Especialização em Língua Portuguesa é voltado para os professores que atuam na Educação Básica – Ensino Fundamental e Ensino Médio – e, mais especificamente, trabalham com leitura e produção de textos na escola.
Sabemos, porém, que a leitura e a produção de textos são atividades transversais que envolvem todas as disciplinas escolares. Julgamos fundamental a compreensão, por parte dos profissionais de educação, de que a leitura e a produção textual é responsabilidade de todas as disciplinas e não apenas da disciplina de língua portuguesa. Por isso o público alvo do curso deve ser visto de modo ampliado.
Além dos professores de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira – público-alvo direto -, o curso atende também às necessidades dos demais professores da educação básica.
Fonte: FALE/UFMG