PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Rede Federal completa cinco anos e alcança um milhão de estudantes


A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica – composta pelos Institutos Federais, Centros Federais e o Colégio Pedro II – conta hoje com 459 unidades implantadas. Ao total, essas instituições contabilizam um milhão de matrículas em cursos de formação inicial e continuada, técnicos, de graduação e pós-graduação. A projeção é alcançar 562 unidades até 2014, o que reforça a consolidação, a expansão e a política de interiorização da Rede. Este crescimento contrasta com uma recente realidade: em 2003, eram apenas 140 unidades.
 

Atuar em todos os níveis e modalidades da educação profissional e tecnológica, formar professores para a educação básica e desenvolver pesquisa e extensão com excelência são características marcantes das instituições da Rede Federal. O aumento da demanda confirma o reconhecimento da qualidade do ensino. O número de matrículas na educação técnica de nível médio saltou de 77.074, em 2008, para atuais 534.853. Sem abdicar de sua missão e de seu compromisso de fazer educação para a sociedade, com expressiva proposta de inclusão social e formação de cidadãos, participa efetivamente de programas do Governo Federal como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), o Programa Mulheres Mil, o Proeja e a Rede Certific, que vêm transformando a realidade de exclusão de uma significativa parcela de homens e mulheres brasileiros. Além da qualificação profissional, essas iniciativas trazem para dentro dos campi elementos preciosos para pesquisa social e a implantação de políticas estruturantes.

Na educação superior, o último Censo registra a ampliação em 27,6% no total de matrículas, de 2010 para 2012, dado que ganha expressiva importância considerando que, em média, 70% deste aumento ocorreram em municípios do interior, uma vez que 85% dos campi dos Institutos Federais, estrategicamente, estão fora dos centros urbanos e/ou nas periferias. Isso proporciona a estudantes que há pouco tempo não tinham possibilidade de realizar o sonho de um curso superior, em suas regiões, tornarem-se os primeiros jovens da família neste nível de escolaridade e, em muitos casos, se lançarem para além do país, pelo Programa Ciência sem Fronteiras.

Fonte: IFES

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